Uma alma que se eleva em consciência, eleva o mundo.

terça-feira, 31 de maio de 2011

Exorcismo da chama violeta

Coloque a mão direita sobre a cabeça do paciente e cante o mantra composto das 7 notas musicais (do, ré , mi, fá , sol , lá si ...). Cante o mantra por 8 vezes.

Após repetir por três vezes, a seguinte afirmação:

 "Oh ! PODEROSA CHAMA VIOLETA, CHAMA QUE QUEIMA
COM MUITO AMOR,
 VINDE, VINDE, VINDE
OH! CHAMA VIOLETA
VINDE VINDE VINDE
Oh! PODEROSA CHAMA VIOLETA QUE QUEIMA COM MUITO AMOR

Em nome de Saint Germain,e da chama violeta ordeno que seja transmutada e dissolvidos na chama violeta toda a energia negativa,larvas, doenças, desequilíbrios energéticos, magias, vampirismos,plasmas energéticos, obsessões presentes no teu corpo físico. Comando agora, que a chama violeta presente no teu sétimo chacra, no alto da tua cabeça, desça através do teu corpo até os teus pés, limpando e purificando todos os teus chacras. Comando novamente, que a chama violeta suba novamente dos teus pés ate o alto da sua cabeça, absorvendo, limpando e purificando toda energia negativa, presente em todos os teus chacras, transmutando tudo em luz. Mentalize a chama violeta envolvendo o campo energético do paciente.

OS CORPOS

Assim, no velho mundo, vocês têm um corpo físico, e a reação da maioria das pessoas a esse corpo físico é considerá-lo como um inimigo ou um adversário. Afinal, é através dele que vocês conhecem as limitações kármicas. Em consequência disso, as pessoas geralmente têm a sensação de que ‘’se não tivessem um corpo, não teriam todas essas limitações’’. Há quem negue totalmente o fato de que o próprio corpo tenha uma consciência e que o propósito dessa consciência seja servir ao indivíduo e ao Espírito. Por isso, o corpo físico passa a maior parte do tempo sentindo-se negado e maltratado, pois vocês dizem a ele: ‘’Eu não quero resgatar o karma através de você e por isso não vou dar nenhuma atenção ao que você disser. Não vou lhe dar o que você quer comer e não vou permitir que você faça as coisas do jeito que quiser.’’ Curiosamente, é assim que vocês tratam o corpo. Se refletirem sobre isso, perceberão que a maioria das pessoas tem uma relação de amor e ódio com o próprio corpo. ‘’Sou gordo demais, alto demais, grande demais, tenho pouco cabelo ou eles são crespos demais, compridos demais, ou curtos demais.’’ É esse tipo de relação que a maioria das pessoas tem com o corpo físico.
Vocês também têm algo que denominamos corpo etérico. E a maioria das pessoas, se chega a perceber esse nível etérico, percebe esse corpo a cerca de um centímetro da pele. Mas ele também está dentro de vocês. Esse corpo sustenta as estruturas da sétima, da sexta, da quinta e da quarta dimensões. Vamos agora explicar isso. Estamos falando de dimensões. Vocês estão, neste momento, na terceira dimensão.
A quarta dimensão, segundo o nosso modelo, é a do plano astral. É onde o padrão kármico de vocês está armazenado no corpo etérico. Essa dimensão aciona os movimentos que passam para os outros corpos energéticos, dando origem às experiências kármicas. Ela também concorre para manter o DNA atuando em níveis restritos à sobrevivência. Faz isso limitando a quantidade de Luz que o corpo pode absorver.
Existe também a estrutura da quinta dimensão do Corpo de Luz (que está adormecida), e nessa estrutura há algo que denominamos cristais etéricos. Esses cristais bloqueiam certos fluxos, impedindo que esse corpo seja ativado prematuramente.
A estrutura de quinta dimensão é formada de um sistema axiotonal de meridianos, um sistema circulatório axial e pontos giratórios aos quais são conectados esses sistemas e estruturas. Como parte do jogo da separação, os meridianos axiotonais humanos perderam a conexão direta com o Eu Supremo e com outras populações estelares. Isso causa a atrofia do cérebro, o envelhecimento e a morte. As linhas axiotonais equivalem aos meridianos da acupuntura que possibilitam a ligação com a Mente Suprema e com os sistemas estelares ressonantes.
Através das linhas axiotonais, o corpo humano é reprogramado diretamente pelo Eu Supremo em um novo Corpo de Luz. As linhas axiotonais existem independentemente de qualquer corpo físico ou forma biológica. Elas emanam de vários sistemas estelares e constituem o meio pelo qual o corpo galáctico controla seus mecanismos de renovação. Visualizem a Via Láctea como sendo o corpo de um ser vivo consciente. As estrelas e planetas são os órgãos desse corpo: as diferentes espécies existentes nas estrelas e nos planetas são como células dos órgãos do corpo galáctico, renovando as energias dos órgãos e células. O planeta Terra e seus habitantes foram desconectados do corpo galáctico e da Mente Suprema para entrar no jogo da separação, mas agora estão sendo reconectados.
As linhas axiotonais são formadas de Luz e Som. As funções do Ofício Crístico são necessárias para reestruturar os meridianos axiotonais no corpo humano. Uma vez que a reconexão tenha ocorrido, o Eu Supremo transmite as freqüências apropriadas de cor e som para transformar o corpo físico em Corpo de Luz.
As linhas axiotonais encontram-se ao longo dos meridianos da acupuntura e conectam-se com alguns deles através dos ‘’pontos giratórios’’. Esses pontos são pequenos vórtices esféricos de energia eletromagnética que parecem estar na superfície da pele. Existem também pontos giratórios em cada célula do corpo. Esses pontos celulares emitem freqüências de Som e Luz que fazem girar os átomos das moléculas contidas na célula a uma velocidade maior. Com a aceleração do movimento giratório das moléculas, são criadas as fibras de Luz que formaram uma rede para a regeneração das células.
O sistema circulatório axial foi completamente atrofiado na espécie humana, para que as linhas axiotonais fossem desconectadas e o jogo da separação pudesse ser efetuado. Trata-se de um sistema energético de quinta dimensão que liga os pontos giratórios da superfície da pele ao ponto giratório de cada célula. Ele é um modelo para a transmutação física e está sendo renovado agora, quando as linhas axiotonais estão sendo reconectadas. O sistema axial faz pulsar a energia como o sistema circulatório faz pulsar o sangue, mas o sistema axial é basicamente de natureza elétrica, como o sistema nervoso.
O Eu Supremo envia energia para a linha axiotonal, que a passa então para os pontos giratórios da superfície da pele, energizando os meridianos físicos de acupuntura e, em seguida, o sistema axial. Quando o sistema axial recebe energia do Eu Supremo, ele recombina sons e cores para sintonizar novamente os sistemas circulatório, linfático, endócrino e nervoso com o Plano Divino, o Adão Kadmon.
Esse sistema também conduz a energia do Eu Supremo até os pontos giratórios no interior das células. Isso estimula os pontos giratórios a emitir Som e Luz para criar uma estrutura em forma de rede que faz com que a humanidade continue evoluindo.
A sexta dimensão detém os moldes ou padrões que são criados para a formação da matéria e dos Corpos de Luz. É nessa dimensão que são mantidos todos os códigos de DNA. Portanto, vocês têm um padrão de sexta dimensão que determina o conteúdo do DNA, bem como a forma física de vocês. Os Obreiros da Luz têm amostras do material genético das várias espécies que vivem nos 383 planetas
em ascensão.
As
estruturas de sétima dimensão servem para personificar a Divindade. Elas atuam como mediadoras entre o corpo físico ou astral de uma determinada espécie e sua essência divina. O Adão Kadmon é a forma divina da qual emanam todas as espécies sencientes; por isso, ele abarca inumeráveis formas. As estruturas de sétima dimensão são extremamente flexíveis e variam de pessoa para pessoa. Existem ‘’fronteiras’’ preestabelecidas na estrutura e nos corpos de terceira e quarta dimensões que determinam um limite para a meditação dos Espíritos Superiores e para a corporificação de qualquer espécie.
Portanto, antes da ativação dos corpos para a Luz, os que estavam caminhando sobre este planeta perceberam, em sua maioria, só o padrão de quarta dimensão em seu corpo. O corpo seguinte de acordo com este modelo é o que chamamos de corpo emocional. Os corpos emocional, mental e espiritual são formados de tetraedros duplos, tal como podem ser vistos da perspectiva pentadimensional. Eles giram de acordo com certos ritmos específicos. No corpo emocional, vocês têm todos aqueles pontos de aprisionamento, que não passam de formas geométricas puras que por acaso não se movem de maneira coerente. Esse movimento irregular é causado pelas estruturas de quarta dimensão contidas no padrão etérico. Em consequência disso, vocês ficam presos às emoções – o que faz parte do jogo kármico. Nesse jogo, vocês são instruídos para não se expressar. Expressar-se é perigoso. Se vocês não puderem expressar-se, prenderão as maravilhosas formas geométricas naquele campo. O que acontece é que vocês vagam por aí até toparem com alguém com um ‘’ponto de aprisionamento’’ complementar. Então, suas pequenas formas geométricas ficam aprisionadas e eis vocês ali, vivendo o karma. Vocês ficam presos e permanecerão presos até concluí-lo e as formas geométricas se libertarem. Vocês sentem a situação como uma limitação, sentem-na como um mal-estar. E quando passam por essa situação, vocês perguntam: ‘’Por que diabos estou passando por isso?’’
O corpo mental também é constituído por formas geométricas. A função desse corpo é determinar a realidade. Ele acredita deter o controle. Crê que dirige o espetáculo. Ele não o dirige, mas sua tarefa é determinar o que é ‘’real’’. Ele determina o modo pelo qual o universo é recriado na vida de vocês. Portanto, por determinar o que é real, ele os mantêm aprisionados no jogo kármico. Não há nada que o corpo mental deteste mais do que a mudança. Absolutamente nada. Porque se vocês mudam o que estão fazendo agora, poderão não sobreviver no futuro. Ele continua mantendo uma realidade que, na visão dele, os manterá vivos, não importando se essa realidade os agrada ou não. Ele não se importa o mínimo com a felicidade ou a satisfação de vocês. Ele está ali para garantir a sobrevivência.
O estado natural de Tudo Que Existe é unificado no interior dele mesmo. A quantidade de energia que o corpo mental despende para manter a ilusão da separação é absolutamente incrível. Despende muito mais energia do que se ele simplesmente abrisse mão dessa ilusão. Essa é, em parte, a razão pela qual o corpo mental foi criado para ser forte. A maneira mais fácil de manter a ilusão da separação foi fazer o corpo mental considerar tudo o que não pode ver como sendo ‘’irreal’’. Dessa maneira, ele rejeita todos os impulsos provenientes do Espírito.
O corpo espiritual (o próximo de dentro para fora) é também formado pelos mesmos tetraedros duplos, mas é ignorado na maior parte do jogo kármico. Seu objetivo é ligar a pessoa com sua Mente Suprema, sua Alma Crística Suprema e com a Presença EU SOU. O corpo espiritual permanece quase totalmente fora do jogo kármico. Ele é simplesmente deixado de lado e essas ligações não são estabelecidas.
O corpo espiritual transmite impulsos e informações provenientes do Espírito da pessoa, os quais são então barrados pelo corpo mental que diz: ‘’Isso não é real.’’ Quando o corpo emocional capta indicações do Espírito, em vez de tentar expressá-las, ele se cala. E a pessoa continua repetindo todo o círculo de limitação e separação, uma vez que todo esse jogo está baseado na ilusão da separação do Espírito. Foi para isso que ele foi criado.


segunda-feira, 23 de maio de 2011

Ciúme

O ciúme é uma parte secundária do sexo. Sempre que você tem um desejo sexual em sua mente, uma manifestação sexual em seu ser, ou se sente sexualmente atraído por alguém, o ciúme entra em cena porque você não está amando. Se você ama, o ciúme não aparece. Tente entender a coisa toda. Sempre que você está ligado sexualmente, fica com medo, pois, na verdade, o sexo não é um relacionamento, e, sim, uma exploração, uma utilização. Se você está apegado a uma mulher ou a um homem sexualmente, fica sempre com medo de que essa pessoa possa ir embora com outra. Não há um relacionamento real.
É apenas uma exploração mútua. Vocês estão explorando um ao outro, mas não amam, e vocês sabem disso, por isso têm medo. Esse medo torna-se ciúme, e você começa a não permitir certas coisas. Começa a vigiar. Toma todas as medidas de segurança para que o homem não possa olhar para outra mulher. Só o olhar já é um sinal de perigo. O homem não deve falar com outra mulher, pois falar... E você sente medo de que ele possa ir embora. Então, você fecha todos os caminhos, todas as possibilidades de o homem ir com outra mulher, ou de a mulher ir com outro homem. Você fecha todos os caminhos, todas as portas.
Mas aí surge um problema.
Quando todas as portas são fechadas, o homem torna- se morto, a mulher torna- se morta, ambos tornam- se prisioneiros, escravos, e não se pode amar algo morto. Você não pode amar alguém que não é livre, pois o amor só é belo quando é dado livremente, voluntariamente, quando não é tomado, pedido, forçado.
Primeiro você toma medidas de segurança. Então a pessoa torna-se morta, como um objeto. Um amado ou amada podem ser pessoas, mas a esposa ou o marido tornam-se objetos para serem vigiados, possuídos, controlados. E quanto mais você controla, mais está aniquilando, pois a liberdade é perdida. E a outra pessoa pode ficar ali por outras razões, mas não por amor, pois como você pode amar alguém que o possui?
Você sente que essa pessoa é um inimigo.
O sexo cria o ciúme, que é secundário. Portanto, a questão não é como eliminar o ciúme. Você não pode eliminá-lo, pois não pode eliminar o sexo. A questão é como transformar o sexo em amor. Então, o ciúme desaparece.
Se você ama uma pessoa, o próprio amor é garantia e segurança suficiente. Se você ama uma pessoa, sabe que ela não pode ir com mais ninguém. E se ela for, foi. Nada pode ser feito. O que você pode fazer? Pode matar a pessoa... mas uma pessoa morta não serve para muita coisa. Quando você ama alguém, confia que ele não vai embora com ninguém. Se ele vai, é porque não há mais amor, e nada pode ser feito. O amor traz essa compreensão. Não há ciúme. Portanto, se há ciúme, saiba que não há amor. Você está fazendo um jogo; está escondendo o sexo atrás do amor. O amor é apenas uma fachada; a realidade é o sexo.
Na Índia, como o amor não é permitido absolutamente, os casamentos são arranjados e existe um tremendo ciúme. O marido e a esposa nunca se amam, estão sempre com medo, e sabem que tudo é um acordo, um arranjo. Eles foram arranjados pelos pais, pelos astrólogos, eles foram arranjados pela sociedade. A esposa e o marido nunca foram consultados. Em muitos casos, eles nem se conhecem, nunca se viram. Então existe medo. A esposa tem medo, o marido tem medo, e ambos ficam se espionando. Qualquer possibilidade de amor é perdida. Como o amor pode crescer no medo? O casal pode viver junto, mas isso não é realmente viver junto. Os dois apenas se toleram juntos, tentam levar a vida juntos, de alguma forma. É algo utilitário.
E, a partir daí, pode-se dar um jeito nas coisas, mas o êxtase não é possível. Você não pode celebrar e festejar. O casamento torna-se um peso a ser carregado. Assim, o marido está morto antes de morrer, e a mulher está morta antes de morrer. São duas pessoas mortas, vingando-se uma da outra, pois cada uma pensa que a outra a matou. Vingança, ódio, ciúme - e tudo torna-se muito feio.
No Ocidente, um tipo diferente de fenômeno está acontecendo, mas que, no fundo, é o mesmo que no Oriente, só que no outro extremo. O casamento arranjado foi eliminado, e isso é bom. Não é uma instituição que valha a pena conservar. Mas ao eliminá-la, o amor não surgiu. Apenas o sexo tornou-se livre. E quando o sexo é livre, você está sempre com medo, pois é um arranjo temporário.
Você está com uma mulher hoje. Amanhã ela pode estar com outra pessoa, e ontem estava com outra, ainda. Apenas esta noite ela está com você. Como esse relacionamento pode ser íntimo e profundo?
Pode ser apenas um encontro de superfícies.
Não se pode penetrar um no outro, pois isso requer amadurecimento, requer tempo. Requer profundidade, intimidade, um viver junto, um estar junto. Um longo tempo é necessário. Então as profundezas de cada um se abrem, e podem dialogar... Mas o que acontece normalmente é apenas um conhecimento superficial. No Ocidente, você pode encontrar uma mulher no trem, fazer amor, e deixá-la em qualquer estação. Ela não se importa, pode não vê-lo nunca mais, pode nem saber o seu nome.
Se o sexo torna-se uma coisa tão trivial, apenas um assunto do corpo, onde superfícies se encontram e se separam, sua profundeza permanece intocada. E você está perdendo algo - algo importante e muito misterioso - pois você toma consciência de sua própria profundeza apenas quando alguém a toca.
Somente através do outro você se torna consciente do seu ser interior. Apenas num relacionamento profundo o amor de alguém ressoa em você, e dá vida à sua profundeza. Somente através do outro você descobre a si mesmo. Existem dois meios de se descobrir: um é a meditação - sem ninguém, você busca suas profundezas. O outro é o amor - com alguém, você busca suas profundezas. A outra pessoa se torna a raiz, a causa para você penetrar em si mesmo. O outro cria um círculo. E os dois amantes ajudam um ao outro. Quanto mais profundo o amor, mais os amantes se sentem profundos. Seus seres interiores se revelam. Desse modo não há ciúmes. O amor não pode ser ciumento. É impossível. O amor é sempre confiante. E se algo acontece que vem quebrar sua confiança, você tem de aceitar. Nada pode ser feito a esse respeito, pois qualquer coisa que você faça irá destruir o outro. E alguém que realmente ama o outro, é incapaz de destruí-lo. A confiança não pode ser forçada. O ciúme tenta forçá-la. O ciúme tenta obrigar você a fazer todo o esforço para que a confiança seja mantida. Mas a confiança não é algo para ser mantido. Ela existe ou não existe. E eu digo que nada pode ser feito a esse respeito. Se existe, você pode ir adiante; se não existe, é melhor separar-se da outra pessoa. Não lute, pois estará perdendo o seu tempo, a sua vida. Se você ama alguém, e há um encontro profundo dos dois seres, isso é bom e belo. Mas se esse encontro não está acontecendo, separem- se. E não crie nenhum conflito ou luta por causa disso, pois nada será conseguido através de luta, e seu tempo será perdido, e sua capacidade de amar prejudicada. Você poderá repetir tudo de novo com outra pessoa. Se não há confiança, separem-se. E quanto mais cedo, melhor. Para que você não se destrua, não se prejudique. E sua capacidade de amar permaneça viva e fresca, e você possa amar outra pessoa.
Se esse não é o momento, se esse homem ou essa mulher não serve para você, separem-se, mas não se destruam mutuamente. A vida é muito curta e as possibilidades são muito precárias. Podem ser destruídas. E, uma vez danificadas, não há como repará-las. No que diz respeito ao amor, tanto ainda tem de ser feito por todos e tão pouco tempo resta para fazê-lo. Não desperdice sua energia com lutas, ciúmes, conflitos. Separe-se, e faça isso de uma forma amigável. Procure em outro lugar, procure uma pessoa que irá amar você. Não fique preso à pessoa errada, que não lhe serve. Não fique com raiva. Isso não adianta nada. E não tente forçar uma confiança. Ninguém pode forçá-la; isso nunca acontece. Você perderá tempo e energia e talvez acorde quando nada mais puder ser feito. Separe-se. Ou confie, ou vá embora. O amor sempre confia. E se ele acha que a confiança não é mais possível, ele simplesmente vai embora de uma forma amigável. Não há conflito nem luta. O sexo cria o ciúme. Encontre, descubra o amor. Não faça do sexo a coisa básica. Ele não é a coisa básica. A Índia perdeu muito com os casamentos arranjados. O Ocidente está perdendo com o amor livre. A Índia perdeu o amor, porque os pais eram muito calculistas e interesseiros. Não permitiam que seus filhos se apaixonassem. Isso é perigoso; ninguém sabe aonde pode levar.... Eles eram muito astutos e, por causa da astúcia, a Índia perdeu toda a possibilidade de amor. No Ocidente, eles são muito rebeldes, muito jovens; não são astutos e, sim, infantis. Fizeram do sexo algo gratuito, disponível em qualquer lugar: Não há necessidade de ir fundo para descobrir o amor; goze o sexo e fique por aí mesmo. Por causa do sexo, o Ocidente está perdendo. Por causa do casamento interesseiro, o Oriente perdeu. Mas, se você está alerta, não precisa ser oriental, nem ocidental. O amor não é oriental, nem ocidental.
Tente descobrir o amor dentro de você.O amor é um estado de ser. Seja amoroso. Torne-se amoroso. E se você amar, mais cedo ou mais tarde aparecerá uma pessoa para você, pois um coração amoroso acaba encontrando outro coração amoroso. Isso sempre acontece. Você encontrará a pessoa certa. Mas se você for ciumento, não encontrará; se você só quer sexo, não encontrará; se quer apenas segurança, não encontrará. O tornar-se amoroso é um caminho perigoso... e só os que têm preparo e coragem podem trilhá-lo. E eu digo o mesmo para o caminho da meditação - ele é só para os corajosos. E há apenas dois caminhos para se chegar ao Divino: meditação e amor. Descubra qual é o seu caminho, qual pode ser o seu destino.
Osho,
Roots and Wings
Raízes e Asas

domingo, 15 de maio de 2011

RESPIRAÇÃO ENERGÉTICA

1- 20 (vinte) Respirações Conectadas ( feita sem intervalos entre inalar e o exalar)
Fazer 4 (quatro) respirações curtas seguidas de uma profunda, sempre pelo nariz.
Repetir 4 (quatro) vezes. Fazer este ritimo respiratório uma ou duas vezes ao dia, nos leva, dentro de um ano, a plena consciência da respiração.


2- 20 (vinte) Respirações Conectadas.
Com a língua entre os dentes, mantendo os lábios fechados, respirando pelo nariz. Esta respiração ajuda a deixar partir a raiva, a hostilidade e também a deixar de cerrar (apertar) ou ranger os dentes durante a noite.

3- 20 (vinte) Respirações Conectadas.
Com a boca bem aberta, respirando sempre pela boca. Esta respiração faz surgir sentimentos reprimidos.

4- 20 (vinte) Respirações Conectadas.
Com a boca bem aberta, respirando pelo nariz. Esta é a forma mais eficaz de deixar partir a energia negativa do corpo e da mente.

5- 20 ( vinte) Respirações Energéticas sem ruído.
Ou mais respirações, inspirando e expirando tão suavemente de forma que o ar não faça ruído algum ao entrar e ao sair das fossas nasais.
Esta respiração serve para meditar e perceber o fluir da energia no corpo assim como o fluir da respiração.


6- 20 ( vinte) Respirações Conectadas.
Pelo nariz, fazendo 9 (nove) respirações curtas e uma profunda. Repetir duas vezes. Esta respiração ajuda a sair da estagnação.

7- Respiração Intuitiva.
A gosto, fazer a respiração conectada e experimentar o que sente de maneira natural. Deixe que seu padrão de respiração seja guiado pela respiração interior que é seu Espírito Eterno.

Leonard Orr

sexta-feira, 13 de maio de 2011

Sobre As Novas Mudanças

                                        Um problema que está atingindo quase todo mundo.
                                                     Por: Dr. James Hurtak, Phd

As dores físicas, especialmente na coluna, ombros e costas — Isto é resultado de intensas mudanças no nível do DNA à medida que "a semente da nova energia" vai despertando dentro de vocês. Tudo isto passará.
Sentimento de profunda tristeza interior sem razão aparente — Vocês estão liberando seu passado (estas vidas e outras) e isto provoca este sentimento de tristeza. É como a experiência de se mudar de uma casa onde vocês moraram por muitos anos para uma nova. Quanto mais vocês quiserem ir para esta casa nova, mais experimentarão a tristeza de deixar para trás as recordações, a energia e as experiências da casa antiga. Tudo isso também passará.
Mudanças repentinas no trabalho e na profissão — Sintoma muito comum. Quando vocês estão mudando, as coisas ao seu redor também mudam. Não se preocupem em encontrar o trabalho ou a profissão perfeita. Tudo isto passará. Vocês estão em período de transição e deverão passar por muitas mudanças de trabalho antes de encontrar o que realmente os atrai.
Afastar-se das relações familiares — Vocês estão conectados com sua família biológica através do carma passado. Quando termina o ciclo cármico, os vínculos estabelecidos com essas relações se liberam. Ainda pode parecer que a relação com sua família e amigos esteja à deriva. Tudo isto também passará. Passado um tempo, vocês poderão novamente retomar a relação com eles se for apropriado. De qualquer maneira, essa nova relação se baseará numa nova energia, sem vínculos cármicos.
Padrões de sono anormais — Pode ocorrer que vocês se sintam muito sonolentos ou despertem muitas noites entre as 2 e as 4 horas da manhã. Há muito trabalho a ser feito em seu interior, o que faz com que a mente necessite de uma folga. Não se preocupem. Se não puderem pegar no sono outra vez, levantem e façam alguma coisa em vez de ficar na cama preocupando-se com assuntos mundanos. Tudo isto também passará.
Sonhos intensos — Podem incluir sonhos com conteúdo de batalhas ou guerras, sonhos em que são perseguidos ou sonhos com seres monstruosos, ou que correm para fugir de algum monstro. Vocês estão literalmente liberando velhas energias de dentro de vocês.  E estas energias do passado são representadas como lutas. Tudo isto passará.
Desorientação física — Algumas vezes se sentirão como se não estivessem pisando no chão.
Sentir-se desafiado pelo espaço — Com a sensação de não conseguir pôr os pés no chão ou de andar entre dois mundos. Durante a transição de sua consciência para uma nova energia, o corpo pode ficar estafado. Vocês precisam passar mais tempo na natureza para enraizar a nova energia em seu interior. Tudo isto passará.
Aumento das conversas consigo mesmos – Vocês se verão mais frequentemente falando com o seu eu interno. Há um novo nível de comunicação assentando-se no seu ser. Vocês estão experimentando a ponta do iceberg com essa sua conversa interna. As conversas se intensificarão e se farão mais fluidas, mais coerentes e mais visionárias. Vocês não estão ficando loucos; apenas estão dando vazão à nova energia.
Sentimentos de saudade — Ainda que estejam na companhia de outros, podem sentir-se sós e separados dos demais. Poderão sentir o desejo de se afastar dos grupos e da multidão. Como humanos angélicos, estão caminhando para o caminho sagrado que cada um tem que trilhar por si próprio. Quanto mais ansiedade esses sentimentos de saudade lhes causam, mais difícil será interagir com os demais nesses momentos. Os sentimentos de saudade também estão associados ao fato de que os seus “guias” anteriores se foram. Eles estiveram com vocês por todas as viagens, em todas as vidas. Mas veio o momento de se afastarem para que vocês pudessem partilhar seu espaço com sua própria Divindade. Tudo isto também passará à medida que a voz interior se encha com o Amor e a energia da própria consciência Crística.
Perda da paixão — Vocês podem sentir-se totalmente desapaixonados, ou com pouco desejo de fazer as coisas. Está bem assim. Isto também faz parte do processo. Vocês tomarão algum tempo para não fazer nada. Não lutem consigo mesmos por isso, porque tudo isto passará. É parecido com o ato de reiniciar o computador. Vocês necessitam parar por um breve período para carregar um software novo e mais sofisticado, que, neste caso, é a nova energia da semente Crística.
Um profundo anseio de voltar para casa — Esta é a condição mais difícil e desafiante de todas. Vocês poderão experimentar um desejo profundo e irresistível de deixar o planeta e retornar ao "Lugar". Não é um sentimento suicida, pois não está baseado em raiva nem em frustração, e vocês não querem nenhum drama, nem para vocês nem para ninguém. Há uma parte muito pequena de vocês que quer voltar para Casa, pois vocês completaram seu ciclo cármico, concluíram o contrato com a vida atual, e estão liberados para se empenhar em uma nova vida. Porém, ainda estão num corpo físico, e mesmo que estejam preparados para aceitar os desafios relativos à entrada numa Nova Energia, e de fato vocês poderiam voltar para Casa neste exato momento, vocês percorreram um longo caminho, e depois de tantas vidas, seria vergonhoso se vocês deixassem a cena antes de o filme terminar. Além disso, o Espírito necessita que vocês ajudem os demais a fazer a transição para a nova energia. Eles necessitam de um guia humano, como vocês, que caminharam da velha energia para a nova. A senda pela qual vocês estão caminhando os provê de experiências que os capacitaram a chegar à maestria do Novo Humano Divino. E apesar de às vezes a sua viagem parecer escura e solitária, lembrem-se de que jamais estão sozinhos e que serão ajudados se pedirem.
                                                                 ...fique atento...

domingo, 8 de maio de 2011

O que é amor?

Amor é a radiância, a fragrância de conhecer a si mesmo, de ser você mesmo.

Amor é uma alegria transbordante. Amor é quando você viu quem você é; então não resta mais nada exceto compartilhar o seu ser com os outros. Amor é quando você viu que não está separado da existência. Amor é quando você sentiu uma unidade orgânica, orgásmica com tudo que é.

Amor não é um relacionamento. Amor é um estado de ser; não tem nada a ver com nenhuma outra pessoa. A pessoa não está em amor, ela é amor. E é obvio que quando alguém é amor, ele está em amor – mas isso é uma conseqüência, um subproduto, não é a fonte. A fonte é que a pessoa é amor.

E quem pode ser amor? Certamente se não está consciente de quem você é, você não pode ser amor. Você será medo. Medo é simplesmente o oposto de amor. Lembre-se, o ódio não é o oposto de amor, como as pessoas pensam; ódio é amor de cabeça para baixo, ele não é o oposto de amor.

O verdadeiro oposto de amor é o medo. No amor a pessoa se expande, no medo ela se encolhe. No medo ela fica fechada, no amor ela se abre. No medo ela duvida, no amor ela confia. No medo a pessoa é deixada sozinha, no amor ela desaparece; por isso não há absolutamente nenhuma questão de solidão. Quando alguém não é, como ele pode ser só? Então as árvores, os pássaros, as nuvens, o sol e as estrelas estão completamente dentro de você. Amor é quando você conheceu o seu céu interior.

Amor é um profundo desejo de abençoar a existência toda.

AMOR OU APEGO?

"Ninguém é corajoso o suficiente para ficar só.
Você precisa de alguém.
Por que você precisa de alguém???
Você tem medo de sua própria solidão, você fica entediado consigo mesmo.
E realmente, quando você esta sozinho, nada parece ter sentido.
Com alguém, você fica ocupado e cria sentidos artificiais a sua volta.
Você não precisa viver para si mesmo, então começa a viver para uma outra pessoa. E o mesmo e o caso com a outra pessoa... ele ou ela não pode viver só, então procura alguém. Duas pessoas com medo de suas próprias solidões se juntam e começam a jogar um jogo de amor. Mas no fundo ela estão procurando apego, compromisso, cativeiro.
Diretamente não se pode pedir por escravidão, é muito humilhante.
E diretamente não se pode dizer a alguém: "Torne-se meu escravo" . A pessoa se revoltaria!!!! Nem se pode dizer: " Quero me tornar seu escravo". Assim, você diz: "Não posso viver sem você". Mas o significado está presente, ele é o mesmo. E quando o desejo real é satisfeito, o amor desaparece, o amor falso (deixo claro). Então você
sente o cativeiro, a escravidão, e começa a lutar para se livrar.
Lembre-se disto este é um dos paradoxos da mente: tudo o que você obtém, você se entedia, e tudo que você não obtém, você o almeja. Quando está só, almeja alguma escravidão, algum cativeiro. Quando está aprisionado, começa a almejar a liberdade.
Realmente somente os escravos almejam a liberdade, e pessoas livres novamente tentam ser escravas. A mente segue em frente como um pêndulo, movendo-se de um extremo a outro. O amor se torna apego. O apego era necessidade, o amor era apenas a isca. Você estava procurando um peixe chamado apego e o amor era apenas a isca para apanhar o peixe. Quando o peixe é pego, a isca é jogada fora. Lembre-se disso, e sempre que você estiver fazendo alguma coisa, vá fundo dentro de você mesmo para descobrir a causa básica.
No momento em que você deixa de ser dependente de alguém, uma profunda serenidade e um profundo silêncio se estabelecem em seu interior. Isso não significa que você deixa de amar. Pelo contrário, pela primeira vez você conhece uma nova qualidade, uma nova dimensão do amor, um amor que esta mais próximo da afabilidade do que de qualquer relacionamento."

Osho


quarta-feira, 4 de maio de 2011

Tarô Osho Zen - Vidas Passadas

A criança poderá tornar-se consciente somente se, na sua vida anterior, houver meditado o suficiente, se houver criado suficiente energia meditativa para lutar contra a escuridão que a morte traz. O indivíduo encontra-se simplesmente perdido em um esquecimento e, então, de repente, encontra um novo útero e esquece completamente do corpo antigo. Há uma descontinuidade. Essa escuridão, essa inconsciência gera a descontinuidade.
O Oriente tem trabalhado arduamente para penetrar essas barreiras. E o trabalho de dez mil anos não foi em vão. Todos podem adentrar sua vida anterior, e até muitas vidas passadas. Para que isso seja possível, porém, é necessário que você se aprofunde na sua meditação, e por duas razões: a menos que você se aprofunde, você não será capaz de encontrar a passagem para uma outra vida; em segundo lugar, é preciso que você tenha ido muito fundo na meditação porque, caso você encontre a passagem para uma outra vida, uma profusão de acontecimentos invadirá a sua mente.
Já é bastante difícil carregar apenas uma vida...

Osho Hyakujo: The Everest of Zen Chapter 7

Comentário

As mãos da existência assumem a forma dos órgãos genitais femininos, a abertura da mãe cósmica. Em seu interior se revelam muitas imagens, rostos de outros tempos. Conquanto possa ser divertido fantasiar a respeito de vidas passadas famosas, isso não passa de uma distração. O importante é enxergar e entender os padrões kármicos das nossas vidas e as suas raízes, em um ciclo repetitivo sem fim que nos aprisiona em um comportamento inconsciente. Os dois lagartos com as cores do arco-íris, um de cada lado, representam o saber e o não-saber. São os guardiães do inconsciente, certificando-se de que estejamos preparados para uma visão que, de outra forma, poderia ser dilacerante. Um vislumbre da eternidade da nossa existência constitui uma dádiva, e o entendimento da função do karma em nossa vida não é algo que possa ser conseguido quando se quer. Este é um chamado para que você desperte: os acontecimentos em sua vida estão tentando fazê-lo enxergar um padrão tão antigo quanto à jornada da sua própria alma.